Brasil vence a guerra contra a fome

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Vocês se lembram de como era no passado, antes da eleição de Lula, quando a fome parecia um fenômeno natural e inevitável, contra o qual nada podia ser feito? Quando milhões de crianças dormiam e acordavam sem ter o que comer? Pois o “impossível” aconteceu em apenas dez anos. Com Lula e Dilma, o Brasil deixou o mapa mundial da fome, pela primeira vez em sua história.

De acordo com o relatório “O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo – 2014”, divulgado em 16 de setembro último pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o Brasil reduziu em 82% a população em situação de subalimentação, entre 2002 e 2012.

O relatório mostra que o Indicador de Prevalência de Subalimentação, medida empregada pela FAO há 50 anos para dimensionar e acompanhar a fome em nível internacional, atingiu no Brasil o nível histórico de 1,7% – quando o indicador cai para menos que 5%, a organização considera que um país superou o problema da fome.

Entre as políticas públicas que fizeram do Brasil um exemplo a ser seguido pelos outros países do mundo, a FAO destaca a geração de 21 milhões de empregos e o aumento real de 71,5% do salário mínimo (leia mais em Empregos e Salários), o aumento na produção de alimentos (leia mais emAgricultura Familiar & Reforma Agrária), a merenda escolar distribuída diariamente a 43 milhões de crianças e jovens, o equivalente a uma população da Argentina alimentada todos os dias (leia mais em Educação) e, claro, o maior programa de transferência de renda do planeta: o Bolsa Família.

Maior programa de transferência de renda do mundo beneficia 50 milhões de brasileiros

Graças a Lula e Dilma, o Brasil vive um processo de inclusão sem precedentes na história. Com o Bolsa Família, 36 milhões de brasileiros se mantêm fora da extrema pobreza. Somos hoje um país mais desenvolvido e menos desigual, um país muito diferente do Brasil de 12 anos atrás, quando milhões de brasileiros não tinham o que comer e as crianças pobres eram obrigadas a abandonar a escola para ajudar os pais. Sem estudo, essas crianças cresciam pobres e tinham filhos que também cresciam sem futuro.

A fome era hereditária: a extrema pobreza passava de geração para geração.

No começo de seu governo, Lula reafirmou que todo brasileiro tinha direito a no mínimo três refeições por dia, e implantou o maior programa de transferência de renda do mundo, que hoje – ampliado e aprofundado no governo Dilma – beneficia 14 milhões de famílias (50 milhões de pessoas). O Bolsa Família promove a inclusão e a cidadania, gera emprego, aquece a economia, aumenta a escolaridade, reduz a mortalidade infantil e ajuda a construir um país mais rico, sem pobreza. Um país de todos.

 


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