Próximo dos 300 dias de governo Dilma, oposição ainda insiste em terceiro turno

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A presidenta Dilma Rousseff completa, neste domingo (18), 300 dias do segundo mandato e desde que assumiu o cargo, em janeiro de 2015, a oposição busca de diversas maneiras desestabilizar o governo petista.

Para o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), a oposição “nunca se conformou” com o fracasso nas urnas, em especial, a do senador Aécio Neves (PSDB), candidato derrotado à Presidência.

O parlamentar ressalta que, enquanto os golpistas apenas se preocupam em forçar um processo de impeachment contra Dilma, o governo luta para fazer com que o Brasil volte a crescer e continue distribuindo renda.

“A oposição virou as costas para o País, para a vida real das pessoas. O mundo está vivendo um cenário de instabilidade econômica, precisamos fazer ajustes econômicos, mas a oposição aposta no quanto pior, melhor”, afirma Pimenta.

Para o deputado, é “evidente” que tas atitudes têm consequências para a economia, “mas eles não ligam”.

“São capazes de levar até as últimas consequências, inclusive, rasgando a Constituição”, completa.

Na semana passada, os ministros Teori Zavascki e Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiram dois mandados de segurança com pedido de liminar para impedir que a Presidência da Câmara utilize o regimento interno para abrir um processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff.

Pimenta ressalta que essa é mais uma manobra da oposição para tomar o poder, assim como fez no início do ano, ao questionar a validade das urnas eletrônicas e tentar corroer a legitimidade da eleição.

Para o parlamentar, a oposição, liderada pelo PSDB, assumiu claramente a “bandeira do golpe”.

“A oposição, após a derrota que sofreu no STF, demonstra que não está disposta a aceitar a vitória da presidenta Dilma e permitir que o país volte à normalidade”, afirma, ao citar a resistência em aprovar os vetos que garantem a conclusão do ajuste fiscal e corte orçamentário.

Pimenta considera essa atitude da oposição uma das grandes responsáveis pela instabilidade da economia, pela avaliação internacional sobre a capacidade do Brasil em enfrentar a crise economia e reiterou a urgência em concluir as votações do ajuste no Congresso.

“A oposição luta pelo poder, sem nenhuma responsabilidade, dificultando a votação do ajuste fiscal que vai alavancar tirar o Brasil da crise econômica. Isso tudo porque eles apostam na instabilidade política e econômica com o objetivo de lutar pelo poder”, conclui.

Por Danielle Cambraia, da Agência PT de Notícias


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